A Água e o Impacto Oculto na Saúde (Parte 1)

A água é um dos elementos mais fundamentais à vida. No entanto, a sua qualidade tem sido cada vez mais questionada. Embora seja frequentemente considerada segura, a realidade é que muitas fontes de água podem conter substâncias indesejáveis que, a longo prazo, podem influenciar o equilíbrio do organismo.

Segundo diversas abordagens na área da medicina integrativa e naturopática entre as quais se destaca a visão da Dra. Hulda Clark, a qualidade da água deve ser analisada não apenas pela sua potabilidade, mas sobretudo pelo seu impacto biológico no organismo.

Água potável: segura… mas será suficiente?

A água pode conter diversos metais pesados e outras substâncias indesejáveis. A Dra. Hulda Clark, no seu livro A Cura e Prevenção de Todos os Cancros, refere que um dos primeiros passos para travar processos degenerativos passa por reduzir a exposição a substâncias potencialmente imunossupressoras, como o cloro e outros compostos presentes na água.

Para apoiar os mecanismos naturais de desintoxicação do organismo, é essencial reduzir a ingestão de substâncias indesejáveis provenientes da água.

Muitas das águas atualmente consideradas “potáveis” podem conter contaminantes como metais pesados, compostos químicos e outros resíduos potencialmente prejudiciais, incluindo polónio, amianto, benzeno e cianetos de ferro.

Adicionalmente, a Dra. Hulda Clark referia que, nos compostos de cloro utilizados na desinfeção da água, podem estar presentes diversas substâncias, entre as quais antimónio, arsénio, bário, boro, cádmio, cério, crómio (III e IV), cobalto, cobre, molibdénio, PCB’s, ruténio, estrôncio, tungsténio e urânio.

Nesta perspetiva, a água assume um papel central na exposição diária a substâncias potencialmente imunossupressoras não só pelo consumo direto, mas também através dos alimentos preparados ou cultivados com essa água.

Águas minerais: qualidade natural com limitações

As águas minerais são, de um modo geral, de boa qualidade na sua origem. No entanto, durante os processos de manipulação, transporte e embalagem, podem ocorrer contaminações.

Nas pesquisas realizadas pela Hulda Clark, o risco associado ao consumo de água mineral não reside necessariamente na sua fonte, mas sim nas substâncias que pode adquirir ao longo do seu percurso até ao consumidor final, incluindo contaminantes provenientes das embalagens e dos processos industriais.

Ao longo deste artigo, tornei evidente que a água não deve ser avaliada apenas pela sua potabilidade, mas pelo seu verdadeiro impacto biológico no organismo.

No próximo artigo, na (Parte 2), irei aprofundar o método de purificação da água, analisando em detalhe a destilação e o seu papel na qualidade da água que consumimos.

 

Com votos de saúde e bem-estar,
João Pedro, PhD
Naturopata e Fitoterapeuta
ACSS (C-002907 e C-004738)

O presente conteúdo tem caráter informativo e baseia-se em princípios da naturopatia, fitoterapia, nutrição ortomolecular e nas investigações da Dra. Hulda Clark. Não substitui avaliação clínica, diagnóstico ou intervenção médica, devendo ser interpretado como complemento informativo.

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As recomendações aqui apresentadas não podem refletir necessariamente o consenso da medicina convencional. A elaboração desta página não se baseia em análises clínicas ou exames médicos. Para qualquer questão de natureza médica, você deve consultar o seu médico.

Os resultados classificados são fundamentados no exame e controle realizado com o sincronômetro, bem como nas investigações da Dra. Hulda Clark. Segundo os estudos da Dra. Clark, o sincronômetro é capaz de detectar vestígios de toxinas que, por serem muito pequenos, escapam à detecção laboratorial. No entanto, o sincronômetro não fornece resultados quantitativos sobre as substâncias apresentadas num produto, sendo essas informações obtidas exclusivamente através de análises laboratoriais.